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Na agitação do dia-a-dia, as pessoas mais parecem fazer parte de uma tropa que caminha sem saber o seu destino. Nessa caminhada atropelada, as pessoas não estão mais se respeitando e a vida está se transformando numa espécie de guerra na selva, onde prevalece a lei do mais forte. O mais novo não respeita o mais velho, o subordinado não respeita o superior, o jovem nem sabe mais o que vem a ser o dever de cortesia, em ceder o lugar no ônibus para uma senhora ou um idoso. Enfim, valores importantes, ou já se perderam, ou estão a se perder. Nessa agitação, que se confunde com um desespero pela sobrevivência, seria desejável que as pessoas parassem, por um instante, para refletir, procurar saber para onde estão caminhando, pois o ser humano não é boi, gente não é tropa, povo não é manada. Nas escolas seria aconselhável conceder um pequeno espaço para se ouvir uma palestra, falar de respeito humano e de consideração com as pessoas. Assim a futura geração terá uma melhora em seu desempenho, vai se sentir melhor, vai se dirigir de forma mais respeitosa com seus semelhantes. É preciso humanizar a sociedade. É preciso que alguém fale em amor, em fraternidade, em consideração, em caridade, em respeito. Isso faz bem. |
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Fabio Crepaldi |

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Reflexionar os valores |
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Opinião |
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O Brasil deu um importante passo no combate à exploração sexual de crianças, principalmente no ataque à pedofilia que está se disseminando na rede mundial de computadores e que, infelizmente, encontrou em terras brasileiras o ambiente ideal para pedófilos do mundo inteiro. Ao aprovar o Projeto de Lei 3773/08, relatado pelo deputado federal Geraldo Resende (PMDB), a Câmara dos Deputados prestou um serviço inestimável à sociedade brasileira, sobretudo aos pais que não podem privar seus filhos menores dos benefícios propiciados pela internet mas, ao mesmo tempo, não tinham tranqüilidade para permitir que a criança continuasse navegando num universo tomado por pedófilos abomináveis. A aprovação do projeto, que nasceu graças ao trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada pelo Senado Federal para investigar a pedofilia no Brasil, não acabará com este tipo de crime, mas, certamente, fará com que os criminosos pensem duas vezes antes de tentar aliciar uma criança através da internet. A partir de agora, os crimes praticados com auxílio da rede mundial estarão devidamente qualificados pela legislação penal brasileira, de forma que as pessoas envolvidas com os sites de pornografia infantil estarão sujeitas às penas previstas na lei. |
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Fim dos pedófilos |
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Editorial |
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Em 2008, a humanidade ultrapassou uma barreira histórica: mais pessoas vivem em zonas urbanas do que em rurais. O marco é um lembrete de que as cidades precisam se adaptar a essa realidade e repensar sua estrutura e funcionalidade, ou o planeta não dará conta de alimentá-las. Alimentar tantas bocas e sustentar o estilo de vida urbano tem um preço alto. Não à toa a maioria dessa emissão vem dos países ricos, porém a quota do grupo em desenvolvimento cresce rapidamente e se avoluma. Isso porque, em 2030, quatro de cinco habitantes de cidades estarão em um desses países e haverá 500 milhões a mais de pessoas vivendo em favelas. Devido às hidrelétricas, o Brasil tem uma base energética mais limpa do que a de outros países, que obtêm energia da queima de combustíveis fósseis, como o carvão. Porém, isso não significa que as cidades brasileiras estejam livres de responsabilidade pelo efeito estufa, que provoca o aquecimento global. Uma fonte urbana direta são os carros. Ainda que a tecnologia flex seja um sucesso do mercado nacional, o consumo de combustíveis renováveis, como o álcool da cana ou o biodiesel, ainda deixa a desejar. Deixar o carro em casa pode ser o ideal, mas só é possível quando a cidade é adaptada para que seus habitantes prefiram o transporte público rápido e menos poluente. |
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Fabio Crepaldi |
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Opinião II |
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Vamos poluir menos |
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BLOG: http://fabiocrepaldi.blogspot.com
Ambientalista, Empresário, Publicitário, Jornalista e Gráfico Pós-Graduado em Gestão Empresarial pelo IMES. Pós-Graduado em Qualidade e Produtividade pelo SENAI. |


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Sob uma expectativa que mobilizou os Estados Unidos e prendeu a atenção do mundo, o senador Barack Hussein Obama foi eleito presidente da maior potência militar e econômica do planeta. Mais do que os aspectos inéditos da eleição – a começar pela circunstância emblemática de que Obama é o primeiro negro a chegar à Casa Branca –, outros aspectos são politicamente relevantes. O novo presidente tomará posse no lugar do republicano George W. Bush, que conclui um período de desastres para o país, alguns debitáveis à administração que se encerra. Em 11 de setembro de 2001, Nova York e Washington sofreram ataques do fundamentalismo islâmico. Em 2006, um furacão atingiu Nova Orleans e, por fatalidade climática e incúria administrativa do governo Bush. Em setembro e outubro de 2008, uma tempestade financeira provocada pela explosão da bolha imobiliária nos EUA gerou a mais severa crise econômica dos últimos 80 anos. A Era Obama, que se inicia com tão generosa e emocionada esperança, é vista pelo mundo sob um prisma semelhante: ao contrário do governo Bush, a esperança é de que o novo presidente saiba ver o que está errado no planeta e tenha autoridade para colocar o imenso poder do país em favor da causa da pacificação mundial, na promoção da saúde e da educação, na luta contra o aquecimento global e contra a desigualdade. |
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Barack Hussein Obama |
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Editorial II |